Um grupo de crianças brinca próximo a duas vias férreas. Uma das vias ainda está em uso e a outra está desativada. Apenas uma criança brinca na via desativada, enquanto que as outras, na via em operação. O trem está vindo e você está exatamente sobre aquele aparelho que pode mudar o trem de uma linha para outra.
Você pode fazer o trem mudar seu curso para a pista desativada e salvar a vida da maioria das crianças. Entretanto, isto significa que a solitária criança que brinca na via desativada será sacrificada.
Você deixaria o trem seguir seu caminho? O que você faria?
RESPOSTA:
A maioria das pessoas escolherão desviar o trem e sacrificar só uma criança. Você pode ter pensado da mesma forma, eu acho.
Exatamente, salvar a vida da maioria das crianças à custa de uma só criança é a decisão mais racional que a maioria das pessoas tomariam, moralmente e emotivamente.
Mas, você pensou que a criança que escolheu brincar na via desativada foi a única que tomou a decisão correta de brincar num lugar seguro?
Não obstante, ela tem que ser sacrificada por causa de seus amigos ignorantes que escolheram brincar onde estava o perigo.
Este tipo de dilema acontece ao nosso redor todos os dias. No escritório, na comunidade, na política... E especialmente numa sociedade democrática, a minoria freqüentemente é sacrificada pelo interesse da maioria, não importa quão tola ou ignorante a maioria seja e nem a visão de futuro e o conhecimento da minoria.
Além do mais, se a via tinha sido desativada, provavelmente não era segura. Se você desviou o trem para a outra via, colocou em risco a vida de todos os passageiros. E em sua tentativa de salvar algumas crianças sacrificando apenas uma, você pode acabar sacrificando centenas de pessoas.
Se estamos com nossas vidas cheias de fortes decisões que precisam ser tomadas, nós não podemos esquecer que decisões apressadas nem sempre levam ao lugar certo.
Eu, particularmente, com este meu jeito afobado e estabanado, certamente sairia aos berros, correndo e gritando para que saíssem do caminho. Até porque quem disse que só podemos ter duas escolhas?????
quinta-feira, julho 17, 2008
quinta-feira, julho 03, 2008
Conversa da mesa ao lado
- Ontem eu comi uma coisa muito boa. O nome era “estrupício”... “extravaganza”...
(Meu Deus... o que será que essa mulher comeu?)
- ... era... ah, não! Lembrei! Era “carpaccio”. Uma delícia!
A pessoa passa uns 50 anos da vida dela sem provar carpaccio e quando prova ainda chama de estrupício. Como assim?
(Meu Deus... o que será que essa mulher comeu?)
- ... era... ah, não! Lembrei! Era “carpaccio”. Uma delícia!
A pessoa passa uns 50 anos da vida dela sem provar carpaccio e quando prova ainda chama de estrupício. Como assim?
quarta-feira, julho 02, 2008
Troquei a mini-saia...
... pelo vestido no joelho.
Como assim? Ontem podia e hoje não pode mais?
A verdade é que tudo na vida tem seu preço, seu lugar e seu tempo.
Arrumando a desordem dos armários e dos pensamentos a gente vai encontrando peças velhas, fora de moda, cores desbotadas, cheiro de naftalina (alguém ainda usa?).....crenças e valores que num piscar de olhos são ultrapassados.
Acostume-se: você cresceu, o mundo mudou. Seu corpo mudou e sua cabeça tem que acompanhar.
Mas pra onde eu vou? 1980 virou 2008 e eu mal lembro dos 90!!!!!
A vida nos atropela sem a menor cerimônia!!!
E no dia que a gente compra aquela rica mini-saia, vem alguém e pergunta:
Como assim? Ontem podia e hoje não pode mais?
A verdade é que tudo na vida tem seu preço, seu lugar e seu tempo.
Arrumando a desordem dos armários e dos pensamentos a gente vai encontrando peças velhas, fora de moda, cores desbotadas, cheiro de naftalina (alguém ainda usa?).....crenças e valores que num piscar de olhos são ultrapassados.
Acostume-se: você cresceu, o mundo mudou. Seu corpo mudou e sua cabeça tem que acompanhar.
Mas pra onde eu vou? 1980 virou 2008 e eu mal lembro dos 90!!!!!
A vida nos atropela sem a menor cerimônia!!!
E no dia que a gente compra aquela rica mini-saia, vem alguém e pergunta:
- não tá precisando colocar um botox??

segunda-feira, abril 02, 2007
ALVORADA, depois de 20 anos, ainda, VORAZ
Na virada do século, alvorada voraz,
Nos aguardam exércitos, que nos guardam a paz. Que paz ?
A face do mal, um grito de horror, um fato normal, um êxtase de dor e
Medo de tudo, medo do nada, medo da vida, assim engatilhada
Fardas e forças, forjam as armações
Farsas e jogos, armas de fogo, um corte exposto em seu rosto amor, e eu,
Nesse mundo assim, vendo esse filme passar,
Assistindo ao fim, vendo esse filme passar
Apolíticamente, como num clip de ação,
Um clic seco, um revólver, aponta em meu coração
O caso Morel, o crime da mala, Coroa-Brastel, o escândalo das jóias,
(Apagão, Mensalão e eles jurão que não)
E o contrabando, um bando de gente importante envolvida
Juram que não torturam ninguém, agem assim, pro seu próprio bem,
São tão legais, foras da lei, e sabem de tudo,
O que eu não sei, não
Nesse mundo assim, vendo esse filme passar,
Assistindo ao fim, vendo esse filme passar
Nos aguardam exércitos, que nos guardam a paz. Que paz ?
A face do mal, um grito de horror, um fato normal, um êxtase de dor e
Medo de tudo, medo do nada, medo da vida, assim engatilhada
Fardas e forças, forjam as armações
Farsas e jogos, armas de fogo, um corte exposto em seu rosto amor, e eu,
Nesse mundo assim, vendo esse filme passar,
Assistindo ao fim, vendo esse filme passar
Apolíticamente, como num clip de ação,
Um clic seco, um revólver, aponta em meu coração
O caso Morel, o crime da mala, Coroa-Brastel, o escândalo das jóias,
(Apagão, Mensalão e eles jurão que não)
E o contrabando, um bando de gente importante envolvida
Juram que não torturam ninguém, agem assim, pro seu próprio bem,
São tão legais, foras da lei, e sabem de tudo,
O que eu não sei, não
Nesse mundo assim, vendo esse filme passar,
Assistindo ao fim, vendo esse filme passar
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